| ISSN | 2415-0282 |
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| ISBN CD / impresión | |
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| Editorial |
| Url del Trabajo | http://www.convencionsalud2012.sld.cu/index.php/convencionsalud/2012/... |
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| Resumen del trabajo | O estudo teve por objetivo discutir aspectos das políticas de desprecarização do trabalho no SUS, a partir da identificação de vínculos de trabalho na Atenção Básica à Saúde em um município do sul da Bahia. Foi desenvolvida, a partir de um estudo descritivo, uma reflexão com base nas políticas de desprecarização do trabalho em saúde. Realizou-se um levantamento de dados dos vínculos laborais, carga horária de trabalho e ocupação dos trabalhadores da atenção Básica de saúde do município de Ilhéus/BA, atuantes nos serviços no ano de 2011. Foram encontrados 681 trabalhadores da atenção básica de saúde, o que representou 55,1% do total de trabalhadores de saúde de serviços públicos do município. As principais ocupações encontradas foram agentes comunitários de saúde (23,8%), auxiliares/técnicos em enfermagem (20,3%) e agentes de serviços gerais. A maior parte dos trabalhadores possui de 21 a 40 horas de trabalho (74,4%). O principal vínculo de trabalho dos profissionais foi do tipo efetivo (71,1%). Os médicos representaram a ocupação com maior frequência contratos (77,2%), demonstrando ser a profissão com maior frequência de precarização dos vínculos de trabalho. Os fisioterapeutas apresentaram o mesmo percentual dos dois tipos de vínculos, 50% em cada. Todos os trabalhadores psicólogos, agentes comunitários de saúde e agentes de saúde bucal possuem vínculo efetivo. Observou-se que no município estudado muitas profissões de saúde caminham para a desprecarização dos vínculos de trabalho na atenção básica a saúde, embora a profissão médica possua majoritariamente vínculos de contrato. |
| Página inicial y final | p. 1-10 |
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| Temáticas | |
| Palabras clave | Atenção primária à saúde; trabalhadores; política de saúde |