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Actas de Congresos ( ISSN 2415-0282 )

2102- CO-INFECÇÃO TUBERCULOSE-HIV: ANÁLISE DAS NOTIFICAÇÕES DO MUNICÍPIO DE SALVADOR-BAHIA, ENTRE 2009 E 2011

Pinto Karina Araújo, Araújo Haína de Jesus, Azevedo Sheila Queiroz Rios de
ISSN 2415-0282
ISBN CD / impresión
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Editorial
Url del Trabajo http://www.convencionsalud2012.sld.cu/index.php/convencionsalud/2012/...
Resumen del trabajo

A tuberculose (TB) é uma doença curável e antiga no mundo, que ainda consiste em um importante problema de saúde pública afetando, em especial, países de média e baixa renda. Suas raízes estão estreitamente ligadas à pobreza e má distribuição de renda, o que demanda que as estratégias para o seu controle considerem os aspectos humanitários, econômicos e de saúde pública.
A Organização Mundial de Saúde (OMS)4 estima que em 2010 houve cerca de 8,8 milhões de casos de TB no mundo, o equivalente a 128 casos por 100.000 habitantes. A maioria desses casos estaria concentrada nas regiões da Ásia (59%) e da África (26%).
O Brasil é o 22º país em taxas de incidência, prevalência e mortalidade, dentre os 22 países apontados pela OMS como aqueles que concentram 80% da carga mundial de TB. Das capitais com maior mortalidade por TB em 2009, o Rio de Janeiro ocupava o primeiro lugar, enquanto que Salvador ocupava a décima posição. Em 2008, a TB foi a 4a causa de morte por doença infecciosa e a 1a causa de morte dos pacientes com Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) no Brasil.
A TB é uma das doenças mais associadas à infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), pois este último é considerado um dos principais fatores de risco para a progressão da infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis para a doença ativa5. A co-infecção TB/HIV traz um forte impacto no comportamento dessas epidemias, pois aumentam as dificuldades quanto ao diagnóstico e tratamento da TB, ocorre sobreposição de efeitos colaterais da terapia antirretroviral (TARV) com os tuberculostáticos e, consequentemente, são maiores as taxas de mortalidade nesse grupo.
A relevância do tema e a escassez de uma análise sobre os registros da co-infecção TB/HIV nos bancos de dados de sistemas de notificação no país, motivaram o presente estudo.

Página inicial y final p. 1-5
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