| ISSN | 2415-0282 |
|---|---|
| ISBN CD / impresión | |
| Evento | |
| Título del evento | |
| Lugar | |
| Año - mes de publicación | |
| Editorial |
| Resumen del trabajo | Esta pesquisa visa analisar as relações e atuações institucionais e profissionais entre os diversos grupos e comunidades implicados no processo de desastre da região serrana do Rio de Janeiro em janeiro de 2011, buscando contribuir para o fortalecimento e ampliação da capacidade de enfrentamento nesses contextos, com ênfase nos aspectos psicossociais. As consequências desse evento se manifestaram em várias dimensões: socioeconômica, subjetiva e simbólica. Damos destaque às correlações entre os inúmeros profissionais envolvidos na resposta ao desastre e a própria população afetada - dos que oferecem os cuidados e de como se cuidam ou são cuidados aqueles que cuidam - , para contribuir com as ações de prevenção e promoção da saúde. Compreender de que maneira as ações foram e são normatizadas e operacionalizadas, considerando as interações das instituições e os efeitos gerados nos territórios. A atenção psicossocial vem ganhando espaço nas ações pós-desastres. Referimos-nos aqui a atenção psicossocial num sentido amplo, não apenas uma ação voltada para o sofrimento psíquico gerado pelas aflições no momento de crise, devido a perda de pessoas queridas, perda de suas casas, ou do próprio controle de si. Existe aqui uma perda de amplitude muito maior, a perda simbólica, perda identitária, que envolve aspectos objetivos e subjetivos das trajetórias de vida, individuais e coletivas. É a desorganização de um espaço no qual as famílias tecem, em sua privacidade, a base para vínculos sociais externos. |
|---|---|
| Página inicial y final | p. #-#. |
| Presentación | |
| Idioma | |
| Temáticas | |
| Palabras clave | Desastre; atenção psicossocial, saúde do trabalhador, região serrana. |